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Sublime amor: e depois da gestação?

Sublime amor: não há talvez melhor descrição para esse momento tão especial na vida de uma mulher que é a gestação, quando se participa do milagre de gerar a vida, em uma profunda e eterna conexão com outro ser que cresce dentro de você.

Entretanto, o final desse período tão especial pode trazer alguns incômodos ao corpo da mulher. As alterações do peso corporal durante a gestação podem gerar flacidez da pele e da musculatura abdominal, estrias na parte inferior do abdômen, hérnias umbilicais; queda e até atrofia das mamas.

A abdominoplastia pode melhorar a estruturação da musculatura abdominal e retirar áreas de flacidez e estrias, bem como promover a correção de hérnias umbilicais no mesmo procedimento cirúrgico. As mastopexias ou cirurgias de lifting das mamas podem ser aplicadas para melhorar o contorno da região e, nesses casos, o uso de próteses pode também ser necessário quando existe, associado a queda, um déficit de volume local (atrofia mamária pós-gestacional). Áreas de gordura localizada também podem ser tratadas com lipoaspiração, e o contorno dos glúteos pode ser melhorado com lipoenxertia. Cirurgias de rejuvenescimento da área íntima também podem ser indicadas, como a labioplastia (redução dos pequenos lábios vaginais) e a puboplastia (correção do contorno da região pubiana). É o famoso “mommy makeover”, que combina cirurgias que restauram a forma e a aparência do corpo da mulher após a gestação.

A nova mamãe deve, contudo, ter paciência e cautela para aguardar um período ideal de seis meses após o parto para realização de qualquer cirurgia plástica, quando as alterações hormonais já terão retornado a normalidade.

Após esse período, você pode sim realizar, com tranquilidade, o procedimento que mais se adeque a sua queixa! E ainda mais plena sendo mãe!

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Conversas místicas: o que esperar realmente da cirurgia de prótese mamária?

Muito frequente nos consultórios de cirurgia plástica os pensamentos místicos de que “a prótese vai deixar a minha mama firme e dura” ou “depois da prótese a minha mama nunca mais vai cair”. Legal, né? Uma pena que, na verdade, não funcione exatamente assim.

Então, o que esperar dessa cirurgia?

A prótese mamária encontra sua maior indicação naquelas mamas que necessitam de volume (pra quem tem pouca mama ou simplesmente quer aumentar mais o tamanho) e não pra sustentação. Mamas pequenas e um pouquinho caídas também podem ter essa quedinha suavizada porque a adição do volume vai esticar a pele excedente (e acomodar tudo melhor).  Mas a presença da prótese não garante que a mama ficará firme, com polo superior definido ou que nunca mais irá cair, porque isso tudo dependerá de inúmeros outros fatores que influenciarão a qualidade da pele da paciente que sustentará a prótese (envelhecimento, alterações do peso corporal, tabagismo, prática de atividades físicas, gravidade). Próteses podem, inclusive, ser um peso a mais para mamas com qualidade de pele comprometida e, com a gravidade, até ocasionar a queda precoce das mesmas.

O material que compõe a prótese (no caso, o silicone médico) tem a intenção de mimetizar o tecido mamário, ou seja, dar a sensação ao toque mais próxima possível do tecido normal e não “enrijecer” a mama. Na verdade, essa sensação de “dureza” vem habitualmente do uso de implantes em mamas pequenas de pele de qualidade preservada (que já eram “firmes”).

Em resumo, isso tudo significa que com a prótese a mama aumentará sim de volume e, com isso, poderá até ficar mais bonita ou atraente, mas não se tornará “dura” ou “extremamente firme” e sim, infelizmente, ela ainda poderá cair no futuro (o tempo necessário para isso acontecer é individual e não é possível precisar).

Informar-se é o primeiro passo para fazer uma escolha consciente sobre o que a cirurgia plástica pode oferecer na busca de uma melhor qualidade de vida.

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“Minha filha, você não é todo mundo!”: Como escolher o tamanho da prótese mamária?

Explicando os parâmetros utilizados na escolha do tamanho da prótese mamária.

Uma escolha individualizada!

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Você quer uma prótese mamária? Mas, e quando a prótese não é o seu caso?

Fonte frequente de preocupação para nós, mulheres, o contorno das mamas é algo que incomoda quando é alvo de alterações, sejam estas adquiridas ou congênitas.

Em função da forte divulgação e aceitabilidade que as próteses mamárias ganharam ao longo dos últimos anos, a maioria das pessoas tende a reduzir as cirurgias de plástica mamária (ou mamoplastias) ao implante da prótese de silicone, o que na verdade se trata de uma visão distorcida de um conjunto de cirurgias bastante complexo que são as plásticas mamárias.

Embora sejam dotadas de grande versatilidade e possam ser combinadas com outras cirurgias, a cirurgia de aumento mamário ou implante de prótese mamária encontra sua indicação mais precisa quando há necessidade de dar volume ou repor o volume perdido nessa região. Isso acontece quando as mamas são naturalmente pequenas ou perderam volume após gestação ou oscilação do peso corporal.

Quando o fator de maior queixa não é a perda do volume, mas a queda da mama, o mais adequado será a mastopexia ou lifting das mamas, cujo objetivo é reposicionar a aréola e tecido mamário, sem alterar o volume já existente. O envelhecimento, gestação, condições genéticas ou oscilações do peso podem ocasionar essa condição. Se, no entanto, co-existem a queda e a perda de volume da mama, pode-se optar pela mastopexia com prótese mamária.

Em outros casos, a queixa é uma mama excessivamente grande que gera desconforto a paciente e, para a correção dessa condição, pode-se empregar a mamoplastia redutora, que visa reduzir o volume e tamanho da mama, tornando-a proporcional ao restante do corpo.

É claro que uma infinidade de combinações é possível quando se tratam de alterações nessa região, o que exigirá um avaliação individualizada e uma combinação das técnicas necessárias que mais se adequem ao seu caso, observando sempre a indicação e relação risco-benefício que cada técnica apresenta a cada caso específico.

Tire suas dúvidas! Converse com a sua cirurgiã plástica!